Vanessa A. S. Marques

Psicóloga

Atendimento em português e espanhol. Atualmente realiza atendimento clínico na modalidade online.

Adolescentes e adultos

Foto por Karolina Grabowska em Pexels.com

Minha orientação clínica é a psicanálise. Além da escuta analítica proponho a construção de diálogo aberto e questionamentos.

Brasileiros no exterior

Atualmente atendo a brasileiros residentes na Argentina, Canadá, Estados Unidos e Espanha. A imigração trás a ânsia pelo desconhecido. Essa vivencia pode ser a nível do traumático mas também pode revelar novos sentimentos. Os analisastes que estão longe de suas famílias e amigos, relatam se sentir mais confortável quando decidem por profissionais brasileiros.

Público LGBTQIA+

Espaço construído em conjunto com a comunidade LGBTQIA+, onde o paciente se sente acolhido e respeitado, sem preconceitos, julgamentos e imposição de uma ideologia , valor e política.

Angustia no adolescente e adulto

Teve uma vez com a minha primeira analista – ela argentina, tinha a minha idade de experiência clínica – me disse que apenas para a vida propriamente dita, já teria muita demanda de análise, e muita análise. Após alguns anos e atuando na clínica que pude entender o que ela quis dizer. A análise é um recurso para que possamos lidar com as desventuras que a vida nos brindam. Na clínica falamos sobre demandas de amor. Buscamos entender as escolhas e os sintomas através do entendimento do inconsciente e ao destino que se reserva, mas afinal de qual destino a psicanálise se refere?

Atendo ao adolescente que nos ensina sobre a nossa humanidade, se faz a escuta e pensamos em uma clínica preventiva quando não houve trauma, e não existe sintomas. Na clínica com adolescentes ajudamos a atravessar esse longo período de transição do infantil à adultez de maneira mais consciente e menos impulsiva. É uma fase que o adolescente é grande demais para postura infantil e pequeno demais para tomar decisões e responsabilidades. Com um trabalho com os pais ou responsáveis, viabilizamos na construção da subjetividade e responsabilidade pelos seus atos, a partir da construção do pensamento crítico.

já o adulto pode começar a terapia porque deseja ser escutado e acolhido por estar em um momento de dor, conflito e crise com presença ou ausência de sintomas.

“A psicoterapia psicanalítica não é uma forma inferior e degradada da psicanálise, mas uma modalidade clínica que requer um analista experimentado e capaz de trabalhar em condições mais difíceis do que aquelas a que está habituado. Ele pensará analiticamente, mas a forma de contato com o paciente será outra, até porque o próprio processo se desenrola de forma diferente na análise clássica – por exemplo, o tempo da sessão parece mais denso, o ritmo é mais acelerado, o silêncio pode ser mais pesado do que numa sessão de análise, o paciente de certo modo espera um pequeno ‘resultado’ de cada sessão, obrigando o analista a um pensamento mais concentrado e menos associativo do que em regime de atenção flutuante.”

Marie-Claude Fusco.


Comecei terapia com Vanessa porque eu estava em crise com meu namorado. Em terapia percebi que havia sido excluído e julgado quando assumi a homossexualidade para minha família, e membros da comunidade evangélica. Nada dava certo, para ajudar meu namorado não me valorizava, era um relacionamento abusivo, ainda por cima eu tive crise de identidade. Com a terapia eu pude lidar com todos meus problemas, aprendi a me posicionar frente ao outro. Hoje em dia me sinto melhor com a minha própria companhia.

B. S. L.


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